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20 de maio de 2012

Fazenda Vertical - 2

Este projecto acaba por ser o que me apareceu mais próximo do que acredito que seja a solução ou, o grande objectivo dos edifícios de grande crescimento vertical:
  • não ocupar muita área de base.
  • maximizar a área de exposição solar.
  • fazer sentido a concentração de actividades em uma latitude especifica.

Arquitetos: Lee dongjin, Park Jinkyu, Lee Jeongwoo
Nacionalidade: Coreia do Sul

O projeto "Circular Symbiosis" destacou-se por ser uma fazenda vertical com pastos para gado. É um conceito novo para criar gado dentro da cidade. 

São plataformas em espiral que permitem aos animais trocar de nível a cada 30 dias onde, o gado irá dar lugar a galinhas até que o pasto cresça de novo.

O custo de transporte será inexistente sendo que, o custo de transporte será inexistente.  



1 de maio de 2012

Fazenda Vertical - 1

Localização: Petrópolis - RJ, Brasil

Na área de Hudson Yard, Manhattan esta fazenda de crescimento vertical faz interagir duas classes opostas: 
  • produtores - agricultores.
  • consumidores - nova-iorquinos. 
Nas áreas agricultas, nas áreas habitacionais e nos mercados.
Choques sociais e culturais vão acontecer pela interacção de classes politicamente opostas em uma tipologia de um edifício alto - introduzindo os produtores de biomassa na cidade, um lugar histórico do seu consumo.

Fazendo isso, o sucesso do crescimento em altura é redefinido, não pela sua eficiencia mas por:
  • Uso das superfícies organizando a interacção dinâmica do programa estabelecido.
  • Multiplicidade da organização espacial adequada.
A essência destas relações entre programas sociais e políticos não é clara. Os espaços que criam são vividos, não são representações ou concepções, apenas se pode especular -   ó o domínio de incerteza!  - na variedade de relações e oposições vividas na fazenda propriamente dita e ao seu redor -   afinal ela como um todo!
 Através da produção e consumo, este edifício proporciona uma flutuação de variadas densidades e tipos de pessoas, trazendo diferentes grupos sociais e culturais criando novos e ainda não vistos anteriormente experiências urbanas que se formam e se dissipam com o fluxo do dia a dia da cidade. Definir o programa desta torre, não é procurar controlar ou manipular a interacção entre grupos politicamente dinâmicos de agricultores e os consumidores, é sim permitir um lugar para obter vários meios para vários resultados permitindo o ambiente capaz de sustentar o domínio de incerteza   -  O programa é apenas uma orientação e não uma função dedicada - não é determinista! - As superfícies interiores não pré-determinam uma determinada função, apenas apontam para o seu potencial. Está no uso do dia a dia definir o que se vai obter do espaço que se habita no ambiente que se herda -  é impressão minha ou é isso que obtemos quando exploramos o mundo afora?! 
Em uma primeira análise a imagem representa questões de iluminação - muito interessante mas, questionável no quesito natural ou que se pode manipular a luz em horários prolongados.

Nesta fazenda de crescimento vertical o Romantismo do jardim utópico ou alimentos "modernos" está fora de questão. Se a agricultura é verdadeiramente capaz de fornecer adequadamente para uma cidade, um palco distopico de produção agricula que recorre apenas ao controle humano deverá ser aceito.

Este projecto aceita engenharia genética
e outros argumentos contemporâneos
  • Rega aeropônica.
  • Tecnologias de cultivo hidropônico.
  • Iluminação controlada.
  • Níveis controlados de CO2 - para maximizar o crescimento da planta e a produção de alimentos.
A torre leva em consideração as diferentes etapas de produção vegetal: 
  • Clonagem
  • Vegetativo
  • Floração  
Para maximizar a produção de alimentos, tanto quanto possível. Além disso, assume-se que as plantas geneticamente modificadas serão geradas para maximizar tanto o valor nutricional e produção das culturas no interior da torre.
A engenharia genética é um tema polêmico mas, necessário se a torre é para acomodar as necessidades de Manhattan na produção de alimentos. Prevê-se que várias torres que serão necessários para atender às necessidades da cidade. Assim, um novo tipo de morador da cidade é criado, o trabalhador nomade, que se move por toda a cidade tende a suas necessidades de produção de alimentos e resistir e reverter a sub urbanização de Manhattan.
Esta investigação baseia-se na lógica da mecânica de plantas. As células de fetos evoluíram bio-mecânica. Configurações que maximizam a força ao mesmo tempo minimizando material. Usando estes atributos, os modelos análogos foram criados, investigando um novo sistema estrutural para construção de edifícios altos que permite a dinâmicas espaços interiores.

Aplicando regras não-lineares programáticas para as funções de uma fazenda urbana, este projecto investiga como auto-organização de computação pode ser usado para organizar os elementos programáticos. Cada elemento programático foi dado um conjunto de regras simples, que englobava as suas necessidades conceituais e contextuais, resultando em um complexo sistema flutuante. 

Uma estrutura adaptativa foi criado para apoiar o núcleo do elevador, similar ao conceito montanha-russa!

29 de abril de 2012

Citadel

Localização: Petrópolis - RJ, Brasil
Citadel "in action"

Citadel de Victor Kopeikin e Pavlo Zabotin

A defesa desta proposta começa logo a "matar" no melhor sentido - proteger os seu habitantes para: 

  • desastres naturais.
  • colapso tecnológico.
  • visita de extra terrestres. 
Sendo o mais interessante que vem como proposta de cidades ou paises se reorganizarem face a esse colapso - existe um instinto de protecção nessa proposta mas, vamos admitir também, que será uma proposta de recomeço - no caso foi usado o Japão.



A defesa da proposta avança agora para ambiente "mais ameno" que se divide em três frentes:

  • Reestruturação do uso da terra de todas as principais cidades do país como residentes são movidos para fora da cidade propriamente dita. As empresas e empreendimentos comerciais vão ficar localizados dentro das cidades, mas os moradores vão sair para o mar e viver em arranha-céus auto-sustentados, ou cidadelas. 
Vamos transferir de uma vez as cidades para as torres? 
Os habitantes estarão preparados para essa mudança na sua vida?  
Vai ser uma estrutura que se mantém "parada" gerando custos para a hora "H"? 

  • O local dessas cidadelas: eles serão alinhados como uma "folha", uma barreira de 2-3 km da costa que protegem o continente de tsunamis. Os edifícios estão conectados por um sistema de diques e canais de drenagem, e são capazes de suportar ondas de 50 metros de altura. Estes são reforçados por uma série de fibras, enterradas até 1.200 metros. Quando as ondas batem nas fibras vão provocar uma vibração que será dissipada por toda a sua extensão.
Os edifícios vão se tornar cidades dispostas lado a lado tipo "muralha"?
Esses diques, drenagens e fibras "vibrantes" poderão produzir energia?

  • Protecção seus habitantes. O edifício protótipo para este projecto tem uma estrutura de metal; a sua fundação vai até 1200 metros e atinge este atinge 500 metros de altura. É protegida da actividade sísmica (terremotos até uma magnitude 11), ondas (até 50 metros de altura) e catástrofes provocadas pelo homem (como a explosão de armas atómicas). O Sistema de barras formam uma edifício quase monobloco, blindado. São energicamente auto-sustentáveis, utilizando a energia das ondas para geração de energia, e têm tanques de peixes vivos para fornecer alimentos para os moradores...

  • Na essência é um edifício cidade mas, será que a vida é "igual"?
  • Propor algo como tanques para peixe, ok mas, e como colocar seres como...galinhas?
  • Usar energia das ondas ..sim... e o Sol? não temos sombra a mais?

 Sobre a tipologia do edifício:

As cidadelas funcionam essencialmente como estruturas residenciais, mas a cada 50 metros há áreas de recreação e parques. 
Os prédios também dispõem de restaurantes, cafés, lojas, cinemas e lavandarias.  
Se escudo exterior da cidadela está completamente fechado, antecipando o desastre, o edifício é ventilado por ventiladores localizados a cada 100 metros e que estão conectados a um sistema hidroponico de nichos cheios de algas que produzem oxigénio absorvendo o dióxido de carbono - muito bom!.
As cidadelas estão conectadas com as cidade da zona costeira por acima do solo por trens de alta velocidade através de 4 sistemas de túneis - tá certo...
Muito interessante o conceito de edifico auto-suficiente mas, em palavras simples... será que é acolhedor?


Original: Evolo.us - citadel
Podem ver também em: Bustler

11 de dezembro de 2011

Edifícios "XXL" - Espiral 1

UP Tower Transformation - WE Designs - Perspectiva do Edifício.
A primeira análise seria a presença do edifício na malha urbana. No caso parece-me bastante "tradicional" com muita ortogonalidade (similar aos edificios circundantes) que depois se solta e num "jeitão" organico/espiral sobe.
UP Tower Transformation - We Designs - Secção


Muito interessante é diferenciação entre base com áreas públicas ou semi-publicas e à medida que se sobe partimos para graus de privacidade mais fechados.
UP Tower Transformation - We Designs - Tipologias
O conceito de circulação/estrutura parece bastante amadurecido. Consigo antever uma boa iluminação e uma boa ventilação.
UP Tower Transformation - We Designs - Sistema de Drenagem e "Continuo Verde"
A ultima parte do projecto parece-me a mais importante. É "encarado de frente" a questão da drenagem de água e sua utilização e re-utilização sendo que, não foi específico se a mesma respeita o continuo da "malha verde" do edifício onde poderíamos também tirar partido energético da sua queda.

UP Tower no Evolo.
We Designs.